Juristocracia e o Fim da Democracia. Como uma Tecnocracia Jurídica Assumiu o Poder: Como uma Tecnocracia Jurídica Assumiu o Poder

Juristocracia e o Fim da Democracia. Como uma Tecnocracia Jurídica Assumiu o Poder: Como uma Tecnocracia Jurídica Assumiu o Poder

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Juristocracia e o fim da democracia: como uma tecnocracia jurídica assumiu o poder descreve o fenômeno da Juristocracia, explicando como ela está substituindo a democracia e como ela se enquadra no globalismo do século XXI.rnrnA corrente hoje preponderante no Direito Constitucional, denominada neoconstitucionalismo, alargou as possibilidades interpretativas e o próprio conteúdo das constituições, levando a um panconstitucionalismo, em que tudo pode conter aspectos constitucionais a serem apreciados pelas cortes constitucionais. Ao mesmo tempo, os conceitos de supremacia da Constituição e do “judicial review” foram reforçados, o que rompeu o equilíbrio entre os poderes, com evidente preponderância do Judiciário, em especial das supremas cortes ou cortes constitucionais, que têm a última palavra sobre tudo, sobrepondo-se aos poderes eleitos pelo voto popular.rnrnCom isso a democracia foi desativada e substituída por uma juristocracia.rnrnEsse fenômeno atende aos grandes interesses econômicos relacionados à globalização e à sua vertente política (globalismo), no sentido de uniformizar regulações e neutralizar as incertezas típicas da democracia, levando a um sistema tecnocrático, em que as grandes decisões são tomadas por entidades internacionais, muitas vezes controladas ou capturadas por plutocratas e tecnocratas, sem qualquer participação ou influência popular.rnrnE essas organizações internacionais, públicas e privadas, espalham sua influência através das grandes empresas globais, impondo suas práticas e instrumentos regulatórios aos estados nacionais que queiram participar do mercado global.rnrnLivro fundamental para a compreensão da dinâmica política e jurídica contemporânea, conta com prefácio do Professor Titular da Faculdade de Direito do Largo São Franciso (USP) e presidente do IASP – Instituto dos Advogados de São Paulo, Renato de Mello Jorge Silveira.